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4 indie games para ficar de olho

by on fevereiro 11, 2014
 

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O mercado indie de games cresceu de forma exponencialmente nos últimos anos. Ao oferecer jogos diferenciados ao das grandes desenvolvedoras, os produtores indie encontraram um nicho de mercado que não vinha sendo atendido, e com isso conseguiram se firmar. Muitas vezes os indie exploram gêneros de games pouco conhecidos ou que não possuem um grande apelo, além de em alguns casos apostarem na inovação para se destacarem.

Outro gênero comum visto são jogos no estilo retro, com gráficos semelhantes aos grandes clássicos da era 8 e 16 bits e em 2D. Destaquei 4 títulos indie que já estão em desenvolvimento ou saíram a pouco tempo e que chamaram a minha atenção.

Cuphead

Seguindo o visual e o estilo dos desenhos animados da década de 30 (igualzinho ao Mickey Mouse no clássico desenho do barco), Cuphead usa a mecânica básica de Megaman, com pulo, tiros e até um dash. Entretanto diferente do blue bomber, não haverá fases, apenas confrontos contra aproximadamente 30 chefes – mas que exigirão várias abordagens diferentes para derrota-los. Com um gráfico extremamente bonito e movimentação fluida, Cuphead é desenvolvido pelo estúdio MDHR e tem data de lançamento para esse ano, com versão para PC, e talvez PS4 e Xbox One em um futuro próximo. Mais informações no site oficial: http://studiomdhr.com/

Oniken

Lançado originalmente pelo serviço de distribuição digital Desura em 2012, Oniken agora chega ao Steam. Oniken possui gráficos, músicas, jogabilidade e dificuldade semelhante aos grandes clássicos de ação do Nes, como Ninja Gaiden e Shatterhand. O jogo foi desenvolvido pelo estúdio brasileiro Joymasher (http://joymasher.com/) que vem criando títulos com a mesma proposta, como o Odallus the Dark Call – bastante similar ao primeiro Castlevania. A versão do Steam ganhou várias melhorias nos gráficos, músicas, rebalanciamento da dificuldade, inclusão de modos, achievements, suporte para todos os tipos de controle e alguns outros extras. Okiden já está disponível no Steam desde 5 de fevereiro desse ano.

Hyper Light Drifter

Desses 4 jogos que listei, Hiper Light Drifter é o me que despertou mais atenção. O estúdio Heart Machine que está desenvolvendo o jogo, o descreve como um RPG de ação em 2D, inspirado em jogos de 8 e 16 bits, mas com uma mecânica moderna de combate e exploração. Pelo curto vídeo acima é possível notar que apesar dos simples gráficos em pixles o jogo tem toda uma base artística, que usa de sombras e contrastes e tonalidades para deixar um visual destacado e muito bonito.

 Nas palavras do próprio criador sobre o jogo: “Visões para este jogo foram vibrando em meu crânio durante anos: algo escuro e fantástico, com florestas gigantes para navegar, enormes estruturas flutuantes para explorar, profundas e desmoronantes ruínas para pilhar, multidões enormes de inimigos para rasgar, e gigantes de carne e mecânicos para sobrepujar. Eu quero tudo o mais bonito possível, forjando cores com a escuridão e seus resíduos misteriosos e paisagens intimidadoras. O jogo foi pensado para serem as melhores partes de “A Link to the Past” e “Diablo”, com a evolução de um combate rápido, com maior mobilidade e variedade de opções táticas – com mais numerosos e inteligentes inimigos. Tudo isso em um grande mundo com um passado deturpado para explorar”.

O jogo sairá para PC, PS4, Vita, Wii U e Ouya. A pré-venda está por 15 dólares no site oficial do estúdio: http://www.heart-machine.com/

Ghost Song: A Journey of Hope

Ghost Song é um jogo em 2D no estilo metroidvania. O autor do jogo Matt White deixa evidente que o jogo é dedicado aos fãs da franquia Metroid, e tenta replicar os sentimentos de isolamento e minimalismo de Super Metroid 3. Mas o jogo procura também criar toda uma trama completamente nova, porém também é baseado nos antigos jogos de nes e snes, no qual não existiam longos diálogos nem cutscnes, mais sim de forma simples e observando os eventos no desenrolar do jogo – que foca mais no ambiente e na atmosfera como um todo do que um complexo e detalhado stroyline – algo entre um Super Metroid e Dark Souls. Site com mais informações do jogo: http://www.ghostsonggame.com/

Homenagem a Metroid é o que não falta, outro título que usa até mais referências (=cópia) a heroína da Big N, é o também indie ReVeN – com jogabilidade, personagem, tudo extremamente parecido com Super Metroid 3. As chances de processos são grandes, mas acho que todos os fãs da série Metroid gostariam de jogar uma novo título da franquia em 2D, e já que a Nintendo não proporciona isso, acho mais do que válido o trabalho desses desenvolvedores em realiza-lo, oferecendo espécies de sucessores espirituais – Mighth No. 9 está ai exatamente para provar isso.

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