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Crítica: Spaces – Nils Frahm

by on janeiro 6, 2014
 

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Nils Frahm teve contato com a música desde a infância. Graças a seu professor Nahum Brodski, ele teve uma completa imersão nos estilos de pianistas clássicos, assim como compositores modernos.  Atualmente, esse alemão é um famoso compositor e produtor, situado em Berlim e trabalhando no seu estúdio, o Durton Studio. Nils voltou ao mercado com seu novo álbum instrumental, Spaces, que expressa seu amor pelo experimentalismo.

Spaces é um reflexo de tudo que esse compositor já gravou de bom até o momento. Essa gravação reflete o magnetismo, o humor e  a personalidade do criador melhor do que qualquer álbum de estúdio tradicional poderia refletir. A variedade da carreira de Frahm é capturada aqui com um cuidado seletivo. Spaces é um trabalho magistral que ultrapassa a natureza de um simples álbum ao vivo.

Spaces. O nome do álbum fala por si só. Tudo é referente ao local onde Nils tocou e onde você está escutando. O disco tem momentos maravilhosos, é algo especial, talvez mágico. Você tem que prestar atenção para sentir isso, isso não é música para ficar ao fundo, enquanto se faz outra coisa. É impossível não se apaixonar com faixas como “Went Missing” ou “Over There, It´s Raining”. Ou então sentir uma intensa tensão em “Said and Done” e “Hammers”. Se você deseja escutar uma música que toca diretamente o coração, se você quer música de verdade, esse é o álbum.

Spaces faz uma conexão genuína  entre o criador e o receptor, mesmo em sua forma gravada. Mesmo já tendo lançado álbuns anteriores extremamente belos, em Spaces é que temos o verdadeiro talento de Nilis Frahm revelado.

Escute e compre o álbum aqui.

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