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Crítica: Strider

by on março 6, 2014
 

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Depois de um longo tempo adormecido o ninja mais famoso da Capcom retorna para uma nova aventura, agora desenvolvido pelo estúdio Double Helix que buscou características nas origens da série, e combinou com o sistema de evolução de habilidades e exploração de metroidvania.

O plot também é uma revisitação do original, no qual a organização Strider envia o seu membro Strider Hiryu, para desmantelar o império do vilão Grandmaster. Assim como o jogo de 1989 a história é rasa e esquecível, durante o jogo é contada por simples e espaços diálogos com chefes e poucos personagens de apoio.

A fórmula de mapa com áreas interconectadas funcionam bem no primeiro momento à medida que o jogador progride, mas caso queira retornar para coletar extras as coisas complicam um pouco, com longos backtrackings e confusão com as interconexões entre as áreas, que são bem similares – faltou um sistema de teleporte eficiente como o do Castlevania SotN.

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A jogabilidade é rápida e competente, lembrando bastante o clássico e a versão de PS2, respondendo bem na maioria das situações. Porém caso o jogador opte em completar 100%, certamente irá se deparar com alguns pontos  que requerem maior precisão e poderá ter problemas. Assim como na época dos 8 e 16 bits a movimentação é em 2D, sendo evidente que a melhor escolha para controlar o personagem seria o D-pas, mas por incrível que pareça essa não foi adotada e sim o analógico – a meu ver um erro crasso que infelizmente não pode ser reconfigurado.

Para um jogo digital Strider cumpre o seu papel, trazendo uma jornada com duração em torno de seis horas e meia, e que pode se  estender um pouco mais para coletar todos os extras. Após completar a história há também o modo survival e beacon run, que são interessantes para estender um pouco mais a jogatina, tudo isso com leaderboards. Talvez jogadores veteranos já devam começar pelo hard, pois a dificuldade no normal é abaixo da média, complicando um pouco mais só na parte final. Resumidamente, não espere por um grandioso Metroidvania, mas asseguro que Strider voltou em ótima forma, e como é boa a sensação de  poder fatiar inimigos em 2D como antigamente.

Strider é vendido por 15 dólares, e está disponível para PC, Xbox 360, Xbox One, Playstation 3 e Playstation 4.

Nota: 7,5/10

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