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Chove Hamburger, Chove Sem Parar – Crítica: Tá Chovendo Hamburger 2

by on outubro 26, 2013
 

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Após o desastre que ocorreu devido a sua invenção, em Tá Chovendo Hamburger (2009), Flint e seus amigos tiveram que deixar a cidade. Porém, eles acabam sabendo que a máquina continuou funcionando e criou criaturas meio bicho meio comida que aparentemente podem causar muita destruição. Eles todos precisam retornar para evitar uma tragédia maior.

 Esta continuação traz um universo com uma fauna bastante peculiar, com um visual bastante criativo e colorido. Por todo canto se vê algo diferente, seja um camaranzé, um hamburger com pernas de batata frita, uma flamanga e simplesmente um morango muito lindinho, não há como não se admirar.

coracao

Há também uma corajosa, talvez cedo demais, sátira a Steve Jobs, o presidente da empresa para a qual Flint passa a trabalhar e por ela é enviado nessa deliciosa missão. O inventor talvez esteja encantado demais pelo seu ídolo, chega a ser a ser um pouco forçado, ao ponto dele brigar com seus amigos. O desenvolvimento de relações não é o ponto forte do filme, mas numa aventura em que o visual acaba sendo mais substancial que a história, quem liga?

 A Sony Pictures, apesar de ter feito o sem graça Smurfs, conseguiu acertar em muitos pontos nessa animação. Os bichos-comida são bem originais, é um show de cores e formas que não cansamos de olhar. Apesar de alguns trocadilhos serem melhores no original, a versão dublada consegue se adaptar bem.

Com Cody Cameron na direção, não chega aos pés de suas animações pregressas como Shrek e Madagascar, que possuem histórias mais desenvolvidas. Porém, o que faltam em conteúdo nesse ele compensa em designs criativos e situações surreias, é um filme bobo que se orgulha disso e veste a camisa. É o tipo de obra para dar boas risadas e se encantar com a exuberância desse mundo louco. Não espere algo maduro, há lições de vida apenas para os pequenos, e tente não morrer com tanta fofura do moranguinho.

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