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Crítica: Walking Dead primeiro episódio da quinta temporada

by on outubro 14, 2014
 

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A série de TV, The Walking Dead, baseada nas histórias em quadrinhos homônima criada por Robert Kirkman, retornou para a sua quinta temporada no último domingo no canal a cabo AMC (no Brasil começa hoje dia 14/10). Texto com Spoilers!

Depois de uma quarta temporada irregular, com um começo fraco e um desenrolar e final medianos, Walking Dead volta surpreendendo. Antes mesmo de retornar a TV essa nova temporada já causou polêmica junto aos fãs, depois de anunciarem que a história não seguirá a trama da HQs – se bem que o seriado sempre adaptou com grandes liberdades os temas vistos na revista, abordando somente de forma geral sagas como a da fazenda e prisão.

Mas voltando ao que interessa, nesse primeiro episódio da quinta temporada, chamado “No Sanctuary” retoma a história no exato ponto do ano anterior. O capítulo divide o foco em dois grupos, o de Rick e os demais sobreviventes e o de Carol, Tyreese e a bebê Judith. Capturados por Gareth que lidera os residentes do Terminus, Rick e outros membros do seu grupo são levados para serem executados como gados (e até com o mesmo propósito) – confirmado o que já havia sido rapidamente mostrado no final da temporada anterior, que todos no local são canibais. Entretanto graças a uma ação incrivelmente executada por Carol, o grupo de Rick consegue se livrar e foge do Terminus, que acaba sendo totalmente destruído no processo. Finalmente depois de um longo tempo todo o grupo se reúne novamente, exceto por Beth que continua desaparecida após se sequestrada.

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O grupo de Rick nesse início de temporada

Diferente da temporada anterior, Walking Dead voltou com muita ação e um ritmo intenso, sem nenhum momento de enrolação – fato constantemente (e diversas vezes com razão) criticado da série. Apesar disso houve espaço para cenas de alta tensão, que pesam os valores dos personagens, como o dilema de Tyreese e a bebê. Esse primeiro episódio já teve diversas resoluções importantes para o futuro rumo da temporada e também momentos marcantes, como os reencontros de Daryl e Carol e a enorme surpresa de Rick ao descobrir sua filha ainda viva. Além disso, é certo que voltaremos e encontrar o grupo de Gareth, que apesar de ter sofrido um grande impacto não foram mortos – sem contar as rápidas cenas de flashback, que provavelmente continuaram acontecendo e levando a crer uma construção profunda do que os levou a tais extremos. E por fim uma figura já não vista a tempos, Morgan Jones, ressurge na cena pós-crédito, levantando um mistério ainda a ser desvendado.

Estava bastante receoso quanto ao retorno de Walking Dead, ainda mais por já ser o quinto ano do seriado e aparentar que iriam estender por toda temporada um curto pedaço das HQs do grupo de canibais. Mas como deram uma nova cara nessa parte e começaram já nesse primeiro episódio com uma mudança drástica de atitude, acho que afastou qualquer desconfiança, resta agora ver se conseguirão manter o folego ao longo do tempo.

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